Missão internacional para a The Restaurant Show 2026: por que ir em grupo faz toda a diferença?
- 21 de jan.
- 3 min de leitura
Por Luisa Varella
Participar da The Restaurant Show 2026 já é, por si só, uma decisão estratégica para quem atua no Foodservice. Mas existe uma diferença significativa entre ir à feira e extrair valor real dela.
A experiência da missão internacional de 2025 deixou isso muito claro: o maior ganho não vem apenas do conteúdo do evento, mas da forma como ele é vivido.
Para muitos empresários e executivos, a dúvida surge antes da viagem: vale a pena ir sozinho ou participar de uma missão organizada? A resposta está nos aprendizados práticos de quem já percorreu esse caminho.
Ir sozinho à The Restaurant Show: muita informação, pouca direção
A The Restaurant Show é uma das maiores feiras de Foodservice do mundo. São centenas de estandes, palestras simultâneas, novas tecnologias, conceitos, produtos e tendências disputando atenção.
Em 2025, um dos principais aprendizados foi justamente este: sem foco e curadoria, o excesso de informação se torna um problema, não uma vantagem.
Quem vai sozinho costuma enfrentar:
dificuldade de priorizar o que realmente importa,
visitas aleatórias a estandes,
pouca profundidade nas conversas,
aprendizado fragmentado e difícil de traduzir depois.
Ou seja: muita inspiração, mas pouca transformação prática.
Missão internacional: quando a feira vira experiência estratégica
Na missão internacional para a The Restaurant Show, a lógica é outra. O evento deixa de ser apenas uma feira e passa a ser uma imersão estruturada de aprendizado, troca e decisão. Imagine passar uma semana em Chicago tendo acesso às principais tendências, grandes empresários do Foodservice brasileiro, gerando trocas e conversas valiosas e visitando grande operações do mercado mundial?
A experiência de 2025 mostrou que três elementos fazem toda a diferença:
1. Curadoria do que realmente importa
Um dos grandes diferenciais percebidos no ano passado foi a curadoria prévia:
seleção de temas relevantes,
visitas guiadas aos pavilhões,
destaque para soluções com aplicação real no Brasil,
visualizar tendências na prática, em operações já consolidadas em Chicago.
Isso evita o erro mais comum de quem vai pela primeira vez: gastar energia com tendências que ainda não fazem sentido para o seu negócio. O foco passa a ser eficiência, viabilidade e impacto real.
2. Aprendizado coletivo acelera decisões individuais
Outro takeaway forte de 2025 foi o poder do grupo, a verdadeira construção de comunidade. Trocar percepções com outros empresários e executivos do Foodservice amplia a leitura de qualquer tendência apresentada no evento.
Na prática, isso significa:
validar ideias em tempo real,
ouvir diferentes pontos de vista,
enxergar oportunidades que talvez passassem despercebidas.
Muitos participantes relataram que as conversas fora da feira foram tão valiosas quanto os conteúdos formais, justamente porque conectavam tendência com a realidade, o dia a dia de profissionais que também vivem o Foodservice brasileiro.
3. Networking qualificado (não aleatório)
Ir à The Restaurant Show não garante networking estratégico. Mas ir em missão aumenta drasticamente essa chance.
Na experiência de 2025, o networking aconteceu:
entre empresários brasileiros de diferentes perfis,
com executivos internacionais convidados,
em momentos estruturados e também informais.
Isso cria conexões mais profundas, menos comerciais e muito mais relevantes para quem lidera negócios de Foodservice.
Do evento ao negócio: o que realmente muda depois
Um ponto que apareceu com força nos takeaways do ano passado foi a clareza pós-evento. Quem participou da missão voltou com:
visão mais estratégica do próprio negócio,
decisões mais embasadas sobre tecnologia e operação,
maior segurança para priorizar investimentos.
Ou seja, a feira não termina em Chicago. Ela continua nas decisões que são tomadas na volta e isso depende diretamente de como a experiência foi construída.
The Restaurant Show 2026: por que a missão faz ainda mais sentido
Para 2026, a missão internacional está ainda mais estruturada, com:
agenda organizada desde o Brasil,
eventos exclusivos de conteúdo e troca,
trilhas temáticas de Foodservice,
visitas técnicas a conceitos curados,
momentos dedicados à consolidação dos aprendizados.
Tudo isso nasce de um aprendizado claro de 2025: não basta ver tendências, é preciso traduzi-las em estratégia.
Então, vale a pena ir em missão?
Se você:
lidera ou toma decisões no foodservice,
busca crescimento com mais clareza e menos tentativa e erro,
entende que tempo e foco são ativos estratégicos, a missão internacional para a The Restaurant Show 2026 não é um custo, é um acelerador.
Participar em grupo transforma a feira em experiência, e a experiência em decisão. Faça parte de uma das maiores delegações brasileiras da feira e transforme essa imersão de uma semana em Chicago em verdadeiro resultado para o seu negócio.




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